quarta-feira, 8 de agosto de 2007

e- Workflow

Como Implantar e Aumentar a Produtividade de Qualquer Processo.
por Tadeu Cruz.
(Não há limites para o e-Workflow).

Imagine-se trabalhando em uma empresa cuja estrutura seja aquela que melhor possa servir aos interesses dos clientes, dos mercados, das oportunidades do momento.
Imagine-se trabalhando em uma empresa sem organograma e na qual o que importa é o papel funcional de cada indivíduo dentro de cada processo de negócio.

Isso é trabalhar com Workflow

Não há limites para a utilização dessa tecnologia, que pode ser usada sozinha ou em conjunto com outras tecnologias: na automatização de pequenos processos, com grande número de usuários; localmente e globalmente; em intraorganizações e interorganizações; via Internet, intranet e extranet, ufa!
Workflow realmente não tem limites quanto às possibilidades de utilização.
Tadeu Cruz é Diplomado em Administração de Empresas, Filosofia e Engenharia de Sistemas com Mestrado em Tecnologias Aplicadas à Educação e Sistemas de Informações Gerenciais. Já trabalhou em empresas como: Hewlett Packard do Brasil, Pisa Papel de Imprensa S/A, Saab Scania do Brasil S.A, CTBA Cia Telefônica da Borba do Campo, Cia Honeywell Bull. Foi Consultor de Tecnologia de Informação e de Gerência de Processo no Uruguai, Chile, Argentina, Alemanha e Estados Unidos. É sócio e Diretor de Tecnologia da TRCR Technology e mestrando em Eng. de Produção.
Autor dos livros:
Gerência do Conhecimento - 2002
Sistemas, Métodos e Processos - 2002
Sistemas de Informações Gerenciais - 2003
Que Ferramenta Devo Usar? - 2004
Manual de Organização II - 2005
Workflow II - 2005



>> Workflow / BPM (Bussiness Process Management).
Por Nívia

Técnicas que visam apoiar a gestão por processos.
Com Workflow você pode modelar, automatizar e gerenciar a execução de qualquer processo de negócios.

Workflow – é um sistema onde um trabalho pode ser transferido de uma pessoa para outra através de um sistema de rede de acordo com um conjunto de regras.
Ademais, os pápeis (descrição de funções) podem ser definidos e os usuários serem designados para estes pápeis. O sistema Workflow irá rastrear todos os momentos de trabalho realizado e gerar estatísticas sobre eles, auxiliando os gerentes a identificarem gargalos nos processos do negócio.

- Essa tecnologia ajuda as empresas (companhias) a:

* Streamline business process;
* Diminuir o custo dos processos do negócio através da automação;
* Acelerar os processos do negócio e, como resultado, prover um serviço mais rápido ao cliente e; * Rastrear e controlar os processos do negócio.











By Nívia Noronha *Nina*

sexta-feira, 6 de julho de 2007

>> Um dia a gente aprende...

By William

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se se expor por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam. E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam. Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tiradas de você muito depressa, por isso sempre deve deixar as pessoas que ama com palavras amorosas, pois pode ser a última vez que as vê. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, e nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não deve se comparar aos outros, mas com o melhor que se pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo; mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a se levantar. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens.Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. Você aprende que realmente pode suportar porque realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar...







( William Shakespeare)

quinta-feira, 5 de julho de 2007

>> Nem líderes, nem gerentes. As empresas precisam de lidestores.

A busca é por pessoas que potencializem a criatividade de um líder com a eficiência de um gestor . Dieter Kelber

O desenvolvimento de líderes e gestores tem sido o tema mais importante nas agendas de treinamento das universidades corporativas e das áreas de RH das organizações. É a prioridade do momento, uma verdadeira "epidemia" que retrata a preocupação com o futuro das carreiras dos profissionais e dos negócios, o que é plenamente saudável. Mas são tantas as diferentes características e competências exigidas que os profissionais acabam tendo dificuldade em discernir o que é e o que faz um líder ou um gestor.

Para esclarecer e escapar de modismos que tendem a dizer que as duas são a mesma coisa, fomos buscar no dicionário Aurélio a definição correta para líder e gestor no mundo dos negócios:

- Líder: 1. Indivíduo que chefia, comanda e/ou orienta em qualquer tipo de ação empresa ou linha de idéias; 2. Guia, chefe ou condutor que representa um grupo, uma corrente de opinião, etc.

- Gestor: 1. Quem gere ou administra negócios, bens ou serviços; (entende-se aqui qualquer tipo de serviço, como produção, marketing, projetos, etc.);

No ambiente de trabalho é fácil identificar estes dois perfis. Há profissionais que são claramente líderes. Incentivam, cativam, reconhecem, orientam e organizam a equipe, mas são péssimos em administrar prazos e verbas. Por outro lado, há os fantásticos “tocadores de projetos”, comandando centenas de pessoas com a precisão de um relógio, mas sem a mínima sensibilidade em relação aos seus subordinados.

Até agora, estes dois perfis podiam conviver de forma separada nas organizações, pois juntos reuniam características essenciais para a condução dos negócios. Mas com o processo de inserção cada vez maior das empresas no contexto do desenvolvimento sustentável, onde ao lado da dimensão econômica a responsabilidade sócio-ambiental assumem papel fundamental para a sua sobrevivência, são cada vez mais necessários os “lidestores”, pessoas que potencializem a criatividade de um líder com a eficiência de um gestor. Ou ainda, pessoas que saibam planejar como gestores, mas tenham a visão do todo como líderes.

Quais são então as características mais latentes dos “lidestores”? A que desponta como uma das mais importantes é trabalhar com a “cabeça e o coração” (racional e emocional) conforme os cenários exijam soluções que empreguem a ciência ou a arte. A ética, o caráter, a estabilidade emocional, juntamente com a responsabilidade em agir de acordo aos preceitos do desenvolvimento sustentável, mesmo em situações extremas, é essencial. Ouvir, orientar, dar “feedback”, delegar, corrigir, tomar decisões, motivar, trabalhar em e com equipes, dedicar-se para o sucesso do tudo e de todos, desenvolver as pessoas e ter talent o social surgem como mola propulsora advinda da liderança e gerência.

Planejar, ter intuição, controlar, ter sensibilidade, estar atendo aos detalhes, ter visão holística, cuidar dos processos, ter dedicação ao coletivo, aprender a aprender, aprender a aprimorar, aprender a reaprender, aprender a recomeçar, aprender a ensinar, fomentar a melhoria contínua, desenvolver a percepção, cuidar dos clientes, gerir projetos e inovar são complementaridades que transformam líderes e gerentes em “lidestores”.

Como diria Henry Mintzberg, conceituado e polêmico estudioso canadense da administração empresarial e considerado um dos mais importantes gurus mundiais da estratégia: “a eficácia organizacional não está no conceito obtuso denominado 'racionalidade'; ela reside na mistura de uma lógica c ristalina com uma intuição poderosa".

Dieter Kelber é pesquisador, consultor e diretor-executivo do INSADI Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual e da Business Processes School.










By Nívia Noronha *Nina*

quinta-feira, 3 de maio de 2007

>> Você faz a diferença?

Na vida podemos ser escultor ou escultura.
Qual é a sua escolha?
Com metas claras e motivadoras, você pode fazer muita diferença
(*) Gustavo G. Boog



"Fazer a diferença" é dar aquela contribuição única, no momento certo, que gera os resultados esperados.
Em uma reunião de negociação, as pessoas caminham para um impasse. As condições oferecidas pelos compradores são inaceitáveis pelos vendedores, que vão perder dinheiro no curto prazo. Naquele momento, você apresenta um argumento que compensa a pequena perda imediata, com ganhos substanciais no médio prazo. Fica claro que aquela é a melhor solução para todos. A negociação entra num estágio de "ganha – ganha" e logo o contrato está assinado. Naquele momento, sua iniciativa e visão ampliada fizeram a diferença.
Num trabalho comunitário, por exemplo servindo refeições, a fila está enorme, as pessoas estão reclamando, os que servem estão desorganizados e perdidos. Aí entra você e com poucas palavras e muita competência, encoraja os colaboradores e rapidamente organiza tudo, acabando com as filas e garantindo que cada um tenha sua refeição. Você causou encantamento. Naquele momento, só você tinha a competência para resolver aquela situação. Uma ação era necessária e você não se omitiu. Você disse as palavras de estímulo que incentivaram cada um a dar o melhor de si. Você orientou sobre quem faz o que e em que seqüência. Naquele momento você fez a diferença.
Quem não faz diferença passa desapercebido, talvez não atrapalhe, mas com certeza não contribui. Quem não faz diferença é apenas um rosto oculto e enevoado no meio de uma multidão de desconhecidos.
Fazer a diferença significa muitas coisas, por exemplo:
• Direcionar os seus potenciais e talentos a serviço de uma empresa, entidade ou causa
• Comprometer-se com os resultados que precisam ser alcançados, com um sentido claro de prioridades, de prazos e finalização
• Assumir a liderança de uma atividade, coordenando os esforços de muitos para assegurar o atingimento de objetivos
• Comunicar-se com clareza, equilibrando o falar com firmeza com o ouvir ativamente
• Tomar a dianteira, assumindo iniciativas, quando há paralisia
• Correr os riscos de oferecer a "mão amiga", mesmo quando isto não foi solicitado
• Saber trabalhar em equipe, integrando as necessidades de brilhar individualmente com a construção de uma belíssima constelação
• Saber planejar para que as idéias se transformem efetivamente em realidades concretas e palpáveis
Fazer a diferença é dar aquela contribuição única, no momento certo, que gera os resultados esperados. A pergunta básica é: você quer fazer a diferença? (muitos não querem, pois é muito mais fácil!). Se você quer, então estabeleça as suas metas.
O Terapeuta Jeff Binder, Presidente da Living Light Essences, do Canadá, estruturou o "Sistema de Cura" (Healing System), que tem como primeiro estágio o estabelecimento de suas metas. A meta é um resultado futuro que você quer alcançar. Segundo Jeff, algumas das características de uma "boa" meta são:
• Tempo do verbo no presente: escreva a meta como se ela de fato já estivesse ocorrendo. É melhor "estou gozando de ótima saúde física" que "pretendo melhorar desta gastrite"
• Linguagem positiva: evite o "não". Escreva "eu me lembro de todos meus compromissos" ao invés de "eu não quero esquecer meus compromissos"
• Ser clara, precisa e objetiva: ao invés de redigir "sou um bom profissional", é melhor escrever "ocupo um cargo de gerência em minha empresa". Isto possibilita a você mensurar o progresso
• Precisa ser realista e atingível: se tenho um cargo inicial numa empresa, ter uma meta de comprar um iate de US$ 2 milhões não é realista, pelo menos no curto prazo. Não há nada de errado em querer metas ambiciosas, mas lembre-se de dar um passo de cada vez, pois caso contrário o risco de se perder no meio do caminho é grande
• Deve ter um prazo associado: toda meta deve ter um prazo, que seja realista. Caso contrário, você cai na armadilha "algum dia vou começar a fazer caminhadas matinais"
• Deve estabelecer a maneira pela qual você quer atingir sua meta: procure colocar a maneira pela qual quer agir. Considere palavras como "calmamente", "harmoniosamente", "prazeirosamente"
• Direcionada a um propósito saudável: metas que sejam condenáveis éticamente, ou que prejudiquem outras pessoas acabam tendo finais tristes. Não invista nisto
• Estar motivado/ ser desafiadora: a meta deve trazer em si a alegria, a energia (tesão), para que eu possa mobilizar toda a minha vontade para a sua realização
• Poucas metas: não comece seu plano com muitas metas simultâneas
• Visualize sua meta: com figuras, retratos ou símbolos do que quer alcançar
• Escreva e assine: é fundamental assumir o compromisso consigo mesmo, escrevendo e assinando
Alguns exemplos de metas de quem faz a diferença:
• Nossa empresa alcança agora harmoniosamente o sucesso financeiro em todas as suas operações, em alinhamento com sua missão estratégica
• Estou gerando com alegria neste próximo período de 12 meses dinheiro suficiente para a aquisição de uma casa de campo
• Tendo concluído meu curso, estou ocupando um cargo de Gerência de Departamento em nossa empresa.


SEGUNDA E ÚLTIMA PARTE DO ARTIGO

Você faz a diferença?


Conhecer bem o "porto de saída" e fazer seu plano de ação
é o próximo passo para fazer a diferença!
"Fazer a diferença" é dar aquela contribuição única, no momento certo, que gera os resultados esperados. As metas a atingir são um referencial básico. As metas são nossos sonhos impregnados de intenção de realização. Agora temos que "construir os alicerces", que são a nossa competência.
Conhecer-se é a base desta etapa. Quem sou eu? Esta é uma pergunta perturbadora para muitos, pois nos remete à essência do nosso ser. Neste mundo em que todos ansiamos por mais qualidade de vida junto com sermos fortes e competentes, conhecer nossos potenciais e áreas a serem melhoradas é fundamental.
Cada um de nós trás um conjunto único de características: a nossa forma de pensar, de sentir e de agir é única. E precisamos conhecer isto muito bem, na busca de nossas metas, na busca de fazer a diferença.
Para você se conhecer, avalie como observador imparcial os diversos papéis que exerce: pai ou mãe, filho, irmão, tio, amigo, chefe, aluno, professor, esportista, pintor, músico, etc. Por que você exerce estes papéis, o que te levou a cada um deles? Considere o que você realmente gosta de fazer e aquilo que faz por obrigação, por "usos e costumes" ou por "sugestão/ imposição" de outros.
Penetre agora nas diversas dimensões de seu ser: você tem uma dimensão física, o seu corpo material. Você também tem um dimensão emocional e espiritual. Procure ver o que existe de potenciais e de dificuldades em cada uma destas dimensões. Analise sua vida de relacionamentos e sua carreira profissional. Como vai sua vida financeira, social e comunitária?
Se você fizer todos estes questionamentos de forma estruturada, vai ficar cada vez mais claro quais são seus desafios de competência e seus potenciais, os que você já está utilizando e os que ainda estão adormecidos. Com a meta você tem o "porto de destino". Com estas análise ficará claro o "porto de saída".
Mais uma "dica" para quem quer fazer a diferença: Não seja muito apressado nesta busca! Nós estamos sempre descobrindo dimensões novas do nosso ser. Não acredite muito quando alguém lhe disser que você não tem potencial para determinada coisa: na realidade, os nossos potenciais são probabilidades de no futuro colocarmos em ação tudo o que está dentro de nós. E esta é uma imensa e inexplorada área. Portanto, confie em sua intuição e ... vá em frente!
Temos metas claras e o ponto de partida. Agora é a hora de planejar cada passo. Amyr Klink, o grande navegador, disse que seu grande medo é o "não partir". Este é o grande risco.
Ao planejar suas ações considere bem que você está entre as polaridades "onde estou hoje" e "para onde quero ir". Considere no seu planejamento as atividades que você já realiza, as que vai terminar e as que vai iniciar. Procure sentir se seu plano é viável, se você tem o tempo e os recursos financeiros, tecnológicos e materiais para iniciar esta jornada. Ajuste suas ações para que seu plano seja viável.
Eu gosto muito da imagem de cada um dos dedos da mão, onde temos os referenciais para estabelecer e redigir bem nossas ações:
• Polegar: é a ação, representada por um verbo
• Indicador: é aquilo que pretendemos alcançar
• Médio: é a situação atual, onde estamos hoje, o porto de partida
• Anular: representa o nosso compromisso, o resultado mensurável que queremos alcançar
• Mínimo: é o prazo, a data final para alcançar a meta
Alguns exemplos desta redação:
• Começar um curso de informática, com carga de quatro horas por semana e o compromisso de um domínio básico de processador de texto e Internet no prazo de oito semanas.
• Aumentar a base de clientes do meu negócio próprio, hoje restrita a minha cidade, para uma atuação estadual, dentro de quatro meses.
• Aumentar o tempo de lazer com meus amigos, hoje muito reduzido, para dois sábados por mês, iniciando de imediato como atividade permanente.
Há mais de dois séculos, o grande pensador alemão Goethe disse que quando nós realmente nos comprometemos com uma decisão, o Universo inteiro conspira para que dê certo. Se você quer fazer a diferença, para valer, então dará certo!


(*) Gustavo G. Boog é consultor de empresas e terapeuta organizacional e floral, em projetos de energização de pessoas e empresas. É autor do livro "Faça a Diferença", Editora Gente/Infinito, lançado em novembro/ 2000.











By Nívia Noronha *Nina*

quarta-feira, 2 de maio de 2007

>> Os Lideres Vazios de Comportamento Adequados

Pai e filho pescavam e conversavam na beira de um lago em um parque. Repentinamente, o pai parou de falar, ficou atento, escutando e olhando para uma clareira e depois de um pequeno silêncio, perguntou: "Filho, além do barulho da água e do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?"
O menino ficou em silêncio durante alguns segundos e respondeu: "Estou ouvindo. Parece o barulho de uma carroça".
O pai respondeu: "Isso mesmo, filho, é uma carroça vazia".
O garoto, intrigado, perguntou: "Pai, como o senhor sabe que é uma carroça vazia, se você não a está vendo?"
- Por causa do barulho que ela faz. Preste atenção no barulho dela: quanto mais vazia está a carroça, maior é seu barulho.

O menino tornou-se adulto e conta que até hoje se lembra daquele momento no parque com o pai: "Quando vejo pessoas que agem com arrogância e prepotência, falando demais, gritando para mostrar seu poder, sempre querendo chamar a atenção, interrompendo a conversa dos outros, nesses momentos eu escuto a voz do meu pai dizendo: "Quanto mais vazia está a carroça, maior é o seu barulho".

Estamos no milênio da evolução, e ainda assim, continuamos encontrando em todas as áreas de atuação e níveis algumas pessoas vazias de comportamentos adequados, aquelas que falam demais e costumam ter um tom de voz mais alto, pois precisam atrair a atenção para si; são inconvenientes e interrompem a conversa dos outros, porque só elas tem razão e sabem tudo.
O século é o XXI, a era é a da tecnologia de ponta, e ainda hoje encontramos em muitas organizações, líderes dos séculos passados, aqueles vazios de comportamentos adequados, com ego inflado, aqueles líderes mandões, gritões, arrogantes, prepotentes; aqueles que na grande maioria das vezes só o que sabem fazer bem feito são ameaças do tipo:
"Faça isso senão vou colocar você no olho da rua... Faça o que eu digo, porque estou mandando... Não perguntei a sua opinião!".
"Manda quem pode, obedece quem precisa... Quem tem poder dita as regras, quem não tem, obedece!".

Veja bem: quando esses desajustes estão ocorrendo no mundo dos negócios, certamente também estão acontecendo em outras demissões da vida dessas pessoas. Pode ser na esfera familiar, social, etc..., pois nas inúmeras conversas que tenho com líderes e liderados das diversas organizações com quem mantenho contato, todos dizem a mesma coisa: "não estou mais disposto a me relacionar e nem em conviver com pessoas vazias, arrogantes e prepotentes, que querem chamar a atenção gritando, sempre querendo ter razão em tudo".





By Nívia Noronha *Nina*

terça-feira, 10 de abril de 2007

>> Resiliência (Flexibilidade e Equilíbrio)

“O problema não é o problema. O problema é sua atitude com relação ao problema.”
(Kelly Young)

Hoje, a tristeza me visitou. Tocou a campainha, subiu as escadas, bateu à porta e entrou. Não ofereci resistência. Houve um tempo em que eu fazia o impossível para evitá-la adentrar os meus domínios. E quando isso acontecia, discutíamos demoradamente. Era uma experiência desgastante. Aprendi que o melhor a fazer é deixá-la seguir seu curso. Agora, sequer dialogamos. Ela entra, senta-se na sala de estar, sirvo-lhe uma bebida qualquer, apresento-lhe a televisão e a esqueço! Quando me dou por conta, o recinto está vazio. Ela partiu, sem arrombo e sem deixar rastros. Cumpriu sua missão sem afetar minha vida. Hoje, a doença também me visitou. Mas esta tem outros métodos. E outros propósitos. Chegou sem pedir licença, invadindo o ambiente. Instalou-se em minha cabeça e foi ter com meu cérebro e nervos. A prescrição é sempre a mesma: codeína (narcótico de origem natural). Faço uso deste medicamento e sinto-me absolutamente dopada. Acho que é por isso que o caracterizam de analgésico. Porque faz com que não sinta dor, não sinta nada...deixando o corpo dormente, e não apenas massacrando a vida de bactérias e vírus, mas toda e qualquer vida...
Hoje, problemas do passado também me visitaram. Não vieram pelo telefone porque palavras pronunciadas ativam as emoções apenas no momento e depois perdem-se, difusas, levadas pela brisa. Vieram por gestos, frios e sem vida, anunciando sua perenidade, sua condição de fantasmas eternos até que sejam exorcizados. Diante deste quadro, não há como deixar de sentir-se diminuída nestes momentos. O mundo ao redor parece conspirar contra o bem, a estabilidade e o equilíbrio que tanto se persegue. O desânimo comparece estampado em ombros arqueados e olhos sem brilho, que pedem para derramar lágrimas de alívio. Então, choro. E o faço porque Maurice Druon ensinou-me, através de seu inocente Tistu, que se você não chora, as lágrimas endurecem no peito e o coração fica duro.

Teoria do “Limão e Limonada”

As Ciências Humanas estão sempre tomando emprestado das Exatas, termos e conceitos.
A última novidade vem da Física e atende pelo nome de resiliência. Significa resistência ao choque ou a propriedade pela qual a energia potencial armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão incidente sobre o mesmo.
Em Humanas, a resiliência passou a designar a capacidade de se resistir flexivelmente à adversidade, utilizando-a para o desenvolvimento pessoal, profissional e social. Traduzindo isso através de um dito popular, é fazer de cada limão, ou seja, de cada contrariedade que a vida nos apresenta, uma limonada, saborosa, refrescante e agradável. Aprendi que não adianta brigar com problemas. É preciso enfrentá-los para não ser destruído por eles, resolvendo-os.
E rapidamente, de maneira certa ou errada.
Problemas são como bebês, só crescem se forem alimentados. Muitos deles resolvem-se por si mesmos. Mas quando você os soluciona de forma inadequada eles voltam, dão-lhe uma rasteira e, aí sim, você os anula corretamente. A felicidade, pontuou Michael Jansen, não é a ausência de problemas. A ausência de problemas é o tédio. A felicidade são grandes problemas bem administrados. Aprendi a combater as doenças. As do corpo e as da mente. Percebê-las, identificá-las, respeitá-las e aniquilá-las. Muitas decorrem não do que nos falta, mas do mal uso que fazemos do que temos. E a velocidade é tudo neste combate. Agir rápido é a palavra de ordem. Melhor do que ser preventivo é ser preditivo. Aprendi a aceitar a tristeza. Não o ano todo, mas apenas um dia, à luz dos ensinamentos de Victor Hugo. O poeta dizia que “tristeza não tem fim, felicidade, sim”. Porém, discordo. Penso que os dois são finitos. E cíclicos. O segredo é contemplar as pequenas alegrias ao invés de aguardar a grande felicidade. Uma alegria destrói 100 tristezas... Modismo ou não, tornei-me resiliente. A palavra em si pode cair no ostracismo, mas terá servido para ilustrar minha atitude cultivada ao longo dos anos diante das dificuldades, impostas ou auto-impostas, que enfrentei pelo caminho, transformando desânimo em persistência, descrédito em esperança, obstáculos em oportunidades, tristeza em alegria. Nós apreciamos o calor porque já sentimos o frio. Apreciamos a luz porque já estivemos no escuro. Apreciamos a saúde porque já fomos enfermos. Podemos, pois, experimentar a felicidade porque já conhecemos a tristeza. Olhe para o céu, agora! Se é dia, o Sol brilha e aquece. Se é noite, a Lua ilumina e abraça. E assim será novamente amanhã. E assim é feita a Vida.








Nívia Noronha, hoje Graduando Administração Geral na FAP/ FAT- PA.
Contatos através do e-mail: aivinn@hotmail.com


terça-feira, 27 de março de 2007

>> RESPONSABILIDADE SOCIAL ENGANOSA

por Nívia

Cedo ou tarde esta lógica perversa será questionada pelo próprio mercado, por que o consumidor-cidadão-eleitor irá diferenciar as empresas pela sua prática e não pelo seu discurso. Se o consumo é uma relação de confiança então devemos apenas consumir produtos e serviços das empresas que efetivamente demonstrarem que são socialmente responsáveis e que valorizam a sociedade que as sustenta e viabiliza os seus negócios.
O mero discurso socialmente correto é apenas mais tipo de propaganda enganosa, que sempre é desmascarada com o tempo. Às empresas cabe ter uma prática compatível e cabe á sociedade civil cobrar e fiscalizar que a tal responsabilidade social seja verdadeira.
A Responsabilidade Social é o "marketing social" do momento. Temos a razão de que tudo não passa do mais puro jogo de palavras. Infelizmente, vai ser muito difícil a sociedade fiscalizar quem realmente investe na comunidade. Esse assunto parece fora do tópico, mas na verdade é o cerne da questão. Uma empresa que sonega impostos (como a grande maioria, e o fazem porque se não o fizerem não sobrevivem) acaba declarando um faturamento muito menor que o real e a sua ajuda social tem que ser proporcional ao faturamento declarado. Outro fator a ser considerado é que a economia brasileira é selvagem, instável. As empresas se preocupam primeiramente em se defender. Quantas empresas hoje tem a saúde financeira de ter lucro e ainda prestar boa ajuda social? Finalmente, as empresas são organizações que agem sempre em benefício próprio, mesmo quando estão fazendo caridade. Temos que pensar em meios de retorno concreto às empresas que investem em ajuda social. Só assim aumentaremos sua participação. Creio que a exposição em mídia ou a fidelização do público aos produtos de empresas socialmente responsáveis são uns dos caminhos viáveis para a questão.
O termo "responsabilidade social" encerra sempre a idéia de prestação de contas: alguém deve justificar a própria atuação perante outrem. Durante muito tempo, este foi entendido, em uma visão tradicional, como sendo a obrigação do administrador de prestar contas dos bens recebidos por ele. Ou seja, economicamente, a empresa é vista como uma entidade instituída pelos investidores e acionistas, com objetivo único de gerar lucros.
Entretanto, tal perspectiva não se aplica no mundo contemporâneo. Já se sabe que a empresa não se resume exclusivamente no capital, e que sem os recursos naturais (matéria-prima) e as pessoas (conhecimento e mão-de-obra), ela não gera riquezas, não satisfaz às necessidades humanas, não proporciona o progresso e não melhora a qualidade de vida. Por isso, afirma-se que a empresa está inserida em um ambiente social. Relaciona-se com as demais instituições e com diversos públicos.
A questão da participação das empresas privadas na solução de necessidades públicas está nas pautas das discussões atuais. Embora alguns defendam que a responsabilidade das empresas privadas na área pública limita-se ao pagamento de impostos e ao cumprimento das leis, crescem os argumentos de que seu papel não pode ficar restrito a isso, até por uma questão de sobrevivência das próprias empresas.
Outro argumento é o fato de que adotar posturas éticas e compromissos sociais com a comunidade pode ser um diferencial competitivo e um indicador de rentabilidade e sustentabilidade no longo prazo. A idéia é de que os consumidores passam a valorizar comportamentos nesse sentido e a preferir produtos de empresas identificadas como éticas, "cidadãs" ou "solidárias".
Para Idalberto Chiavenato (1999, p.447), "(...) entre uma empresa que assume uma postura de integração social e contribuição para a sociedade e outra voltada para si própria e ignorando o resto, a tendência do consumidor é ficar com a primeira."
Demonstrar comprometimento social deixou de ter uma conotação puramente filantrópica e ganhou dimensão estratégica para as empresas, uma espécie de garantia de sucesso econômico no longo prazo. Atualmente, uma das condições para a empresa obter lucro e ser competitiva é relacionar sua marca a conceitos e valores éticos. Afinal, para conquistar o consumidor, que exerce com mais consciência a sua cidadania, as companhias precisam comprovar que adotam uma postura correta, tanto na relação com funcionários, consumidores, fornecedores e clientes, como no que diz respeito às leis, aos direitos humanos e ao meio-ambiente.
O grande foco atual, independente das adversidades, é a construção de uma nação sem excluídos. Talvez este foco seja utópico, entretanto, é imperativo que a distância entre o Brasil rico e o Brasil desigual diminua. O fato dos órgãos governamentais não atenderem aos anseios da sociedade abre um importante espaço para a formação de parcerias entre o governo e as empresas privadas no intuito de assumir e implementar ações de responsabilidade social.
As enormes carências e desigualdades sociais existentes em nosso país dão à responsabilidade social empresarial relevância ainda maior. A sociedade brasileira espera que as empresas cumpram um novo papel no processo de desenvolvimento: sejam agentes de uma nova cultura, sejam atores de mudança social e sejam também construtores de uma sociedade melhor, e não apenas farsantes de uma mera propaganda na mídia como destaque para seus produtos e serviços, a responsabilidade tem que ser cumprida e cabe á nós cidadãos questioná-los.








By Nívia Noronha *Nina*

quinta-feira, 8 de março de 2007

<< Mulher...

Nada mais contraditório do que ser Mulher...
Mulher que pensa com o coração, age pela emoção
e vence pelo amor.
Que vive milhões de emoções num só dia e
transmite cada uma delas num único olhar...
Que cobra de si mesma a perfeição e vive arrumando
desculpas para os erros daqueles a quem ama.
Que hospeda no ventre outras almas,
da a luz que depois fica cega, diante da beleza
dos filhos que gerou.
Que dá asas, ensina a voar, mas não
quer ver partir os pássaros mesmo sabendo
que eles não lhe pertencem.
Que se enfeita toda e perfuma o leito,
ainda que seu amor não perceba mais
tais detalhes.
Que como uma feiticeira transforma em
luz e sorriso as dores que sente na
alma, só pra ninguém notar.
E ainda tem que ser forte, para dar os
ombros para quem neles precise chorar.
Feliz do homem que um dia souber,
entender a alma de uma Mulher!!!!


Parabéns á todas nós Mulheres!!!
08/ março - Dia Internacional da Mulher












By Nívia Noronha * Nina *

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

» QVT - Qualidade de Vida no Trabalho

por Nivia ( Universitária de Administração Geral - FAP-PA)

Vivemos hoje um momento de transição que se reflete na busca pelo aumento da competitividade organizacional. Tal desafio, por sua vez, pode ser apontado como um dos responsáveis pela necessidade de qualidade. Neste contexto, é importante às organizações pensarem em sedimentar suas habilidades e potenciais para aderir ao novo conceito de trabalho, bem como os desafios a ele inerentes. Para tanto, é preciso falar em qualidade de vida no trabalho, ressaltando-se, sempre, a abordagem deste assunto como questão de competitividade organizacional. Portanto, é perfeitamente pertinente e muito relevante o desenvolvimento do ser humano como ser multidisciplinar, reconhecendo suas mais variadas e amplas necessidades. É respeitável lembrar que o ser humano traz consigo, sentimentos e aspirações criando expectativas. Então, é preciso que deixemos de lado aquela idéia de que o homem trabalha tão somente para a obtenção do salário, que nega seus sentimentos, que não se frustra com a falta de crescimento, que não se aborrece com o total descaso dos seus superiores que apenas lhe cobram a tarefa, que lhe negam o acesso às informações, que o tratam apenas como uma peça a mais no processo de produção. É preciso que saibamos que, cada vez que ele entra na empresa, está entrando um “ser” integrado e indivisível, com direito a todos os sonhos de auto-estima e auto-realização. Favorecer a ampliação de um perfil humano condizente com os padrões do modelo que consiste em construir os alicerces para uma organização inteligente e inovadora. Acatar o trabalhador como “ser humano” significa contribuir para a construção de um mundo mais humano e para um desenvolvimento sustentável. Investimento em qualidade de vida significa investimento no desenvolvimento da sociedade e de uma real economia globalizada. A busca pela qualidade total antes voltada apenas para o aspecto organizacional, já volta sua atenção para a qualidade de vida no trabalho, buscando uma participação maior por parte dos funcionários; descentralização de decisões; ambiente físico seguro e confortável; oportunidade de crescimento e desenvolvimento pessoal. Pode-se motivar o trabalhador, criando um ambiente de participação, de integração com superiores, com colegas de trabalho, partindo sempre da compreensão das necessidades dos empregados. A gerência ou o líder mais próximo tem a responsabilidade de criar um ambiente onde as pessoas possam se sentir bem. Elas também precisam saber o que a administração espera que eles produzam e de que maneira. A gerência ou líder mais próximo precisa estar sempre demonstrando que as pessoas têm um papel importante na organização e que outras pessoas contam com elas. Somos conscientes de que o trabalho é vital para o ser humano, torná-lo mais participativo, utilizando potencialidades e talentos, dar-lhes condições de trabalho adequadas, resultará no aumento da saúde mental e física dos trabalhadores. A necessidade de tornar as empresas competitivas colocou-nos de frente com a busca pela qualidade, que deixou de ser um diferencial competitivo, para se tornar condição de sobrevivência. Para tanto, é necessário concentrar esforços para o comprometimento humano, na busca da qualidade de vida.





By Nívia Noronha *Nina*


REFERÊNCIAS
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 3. ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1983. RODRIGUES, M. V. C. Qualidade de vida no trabalho – Evolução e Análise no nível gerencial. Rio de Janeiro: Vozes, 1994.